Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Sr. Solitário

Aquilo que penso. Aquilo que sinto. Aquilo que sou.

Aquilo que penso. Aquilo que sinto. Aquilo que sou.

17
Fev17

Um passeio até à praia

Sr. Solitário

O tempo já convida. Esta semana fomos presenteados com um sol primaveril bastante apetecível. Coloquei de lado a minha camisola de malha e vesti uma camisa mais fresca, de tons alegres; deixei o casaco em casa e decidi fazer uma visita ao mar. O céu estava de um azul celeste, a brisa com cheiro a maresia e a sal acolheu-me, a areia recebeu os meus pés ávidos pelo seu toque suave.

 

O mar estava calmo, a água era translúcida, espelhava o azul do céu e contrastava com o verde das suas profundezas brindando-me com uma paisagem lindíssima.

O mar ouve todas as nossas angústias, as histórias, as nossas preces. Ouve e não reclama, apenas nos reconforta com o som das suas ondas que por sua vez leva as nossas palavras para longe, onde elas podem ser gritadas na imensidão de um oceano.

 

16787939_1558966734131258_360844345_n.jpg

16808602_1558966664131265_1237514223_n.jpg

 

16
Fev17

As palavras que nunca te direi

Sr. Solitário

Nunca sei como começar um texto. As palavras que quero transmitir atropelam-se umas nas outras e agrupam-se numa espécie de novelo uniforme onde não existe uma ponta por onde pegar. Eu não sou escritor, não sei escrever textos bonitos cheios de significado, com uma mensagem especial... eu não sei escrever sobre o amor! Sim, o amor, esse sentimento difícil de descrever. Digo muitas vezes que eu não sei amar, não sei mesmo! O amor é um sentimento bom, é algo especial; para mim o amor é sinónimo dor. Amar alguém magoa-me... eu não sei amar.

Hoje, sinto necessidade de escrever sobre amor, mas como posso eu escrever se não sei amar?

 

Num dia desta semana vi-te. O meu coração deu um salto, o meu corpo tremeu, a minha visão ficou turva. Ao ouvir a tua voz, todos os outros sons dissiparam-se. Olhei-te mas tu não me olhaste. O meu dia colorido ficou cinzento, sem vida, sem cor, quando ultrapassaste aquela porta, para onde os meus olhos não conseguiram te alcançar. Todas as memórias passadas invadiram-me, todos aqueles momentos que passei contigo e que considero especiais passearam pela minha cabeça, e o meu coração ficou pequenino.

 

Tu não desconfias nem um bocadinho deste meu sentimento, sempre o soube esconder muito bem ao longo destes anos, nunca tive coragem para te dizer, é um segredo só meu. Mas, como já referi neste meu longo texto que não sabia como começar, amar magoa-me. Este sentimento que trago cá dentro, e não deixo sair, sufoca-me! E eu não sei como lidar com ele. Eu gosto de ti, gosto tanto mas tanto que era capaz de tudo!

Eu não te vou apresentar este meu amor, não posso simplesmente chegar ao pé de ti e dizer: "olá tudo bem? Este coração bate mais forte quando te vejo!". Eu não tenho esse direito, não depois de todos estes anos, não depois de tu já refazeres a tua vida. Não tenho esse direito.

 

Estas são as palavras que nunca te direi.

 

11
Fev17

Eu também leio a Cristina

Sr. Solitário

cristina.jpg

Imagem retirada do blog de Manuel Luís Goucha

 

No dia em que comprei pela primeira vez a Cristina, movido por uma curiosidade crescente a cada dia que passava, fiquei um pouco desiludido. Quando a folheei, notei que a mesma era mais direcionada para o público feminino, cheia de conselhos de make up, penteados, roupa e acessórios de moda. Arrumei-a numa gaveta com a decisão de nunca mais a manusear.

 

Entretanto, certo dia em que me encontrava entediado, voltei a pegar-lhe, comecei a ler algumas frases e, por incrível que pareça, li-a toda de uma assentada! Devorei cada palavra, deliciei-me em cada frase num português escorreito que cativou toda a minha atenção. Afinal, a revista Cristina não era só de moda feminina, era também constituída por textos e entrevistas emocionantes.

 

Desde que acompanho a Cristina Ferreira como profissional, admirando a sua humildade e espontaneidade, desenvolvi um enorme respeito e carinho por uma apresentadora considerada "saloia", que passei a idolatrar. Acompanhei o seu crescimento, tanto a nível pessoal como profissional, e, hoje, fico contente por saber tudo aquilo que ela conseguiu alcançar à custa do seu esforço e trabalho. É uma prova viva de que, com dedicação e empenho, tudo se consegue... basta acreditar!

 

Eu também leio a Cristina, e vocês?

 

03
Fev17

Alta temperatura!

Sr. Solitário

Quem nunca inventou a desculpa de estar doente para faltar às aulas? Eu confesso que fiz isso algumas vezes ao longo do meu percurso escolar. Algumas vezes surtia efeito, outras nem por isso... então, certo dia, decidi dar um pouco de credibilidade à minha suposta doença.

 

A minha mãe, que já achava estranho tanta doença junta que decidia aparecer sempre durante a semana, quis medir-me a temperatura. Na altura, tínhamos aqueles termómetros a mercúrio que agora já não se vendem, sendo substituídos pelos digitais.

Como eu não queria ser apanhado na minha mentira, tinha que arranjar alguma maneira daquele termómetro atingir uma grande temperatura que me fizesse voltar para a cama e faltar às aulas.

 

Eu podia simplesmente colocar o dito termómetro perto de uma zona quente, como por exemplo no vapor da água de uma panela que estava ao fogão, mas aqui este vosso amigo muito inteligente por sinal decidiu que não seria suficiente e então toca a colocar a ponta dentro da panela que fervilhava. Passados 10 segundos, ou talvez menos, eis que surge... PUM! O termómetro explodiu!

 

É caso para dizer: que alta temperatura! Não fui às aulas, é certo, mas fiquei de castigo durante algum tempo.

 

ThermometerMercury.jpg

 

02
Fev17

Homem à beira de um ataque de nervos

Sr. Solitário

Comprei umas calças pretas. Gosto muito delas e quando eu gosto muito de uma peça de roupa uso-a com bastante frequência. Não sou o género de pessoa que todos os dias tem que vestir uma roupa diferente, se a peça estiver limpa é o que importa, não ando cá com múltiplos outfits para cada dia.

 

No que toca à lavagem das minhas calças preferidas, aí é que a porca torce o rabo! Não as posso colocar na máquina porque as mesmas irão tingir a restante roupa de preto. Para ser sincero, até evito de as lavar só para poupar trabalho de andar em joelhos na banheira a esfregá-las.

 

Queridas leitoras, vocês que são umas autênticas e maravilhosas donas de casa, ajudem-me por favor! O que posso eu fazer para que as calças sejam lavas na máquina sem que estraguem a roupa toda? Agradeço sugestões pois eu estou mesmo à beira de um ataque de nervos!

 

Mais sobre mim

foto do autor

Links

Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

Este blogue tem direitos de autor

Copyrighted.com Registered & Protected 
AV4F-DECN-50AT-8KBU

A ler...

Blogs Portugal

Arquivo

  1. 2017
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2016
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D