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Sr. Solitário

Aquilo que penso. Aquilo que sinto. Aquilo que sou.

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14
Mar17

Quando a amizade acaba

Sr. Solitário

Sempre estimei muito as minhas amizades, talvez porque o medo da solidão me consome as entranhas, fere-me a alma. Deixo o meu orgulho de lado, peço desculpa mesmo que sinta que não fui eu somente o culpado pela rotura, eu assumo a responsabilidade de todos os erros, tudo por causa de não perder uma amizade que considero importante. Esqueço-me de mim. Nada mais importa, só quero ter o amigo de volta, nem que para isso eu precise de apagar a minha luz interior para que a outra pessoa brilhe.

 

Mas, hoje, dou conta que a amizade não é isso. Um amigo não cobra um pedido de desculpas, não despreza, não te faz sentir inferior. Um amigo perdoa todos os teus fracassos, ajuda-te a levantar, seca as tuas lágrimas.

Eu sei que sou uma pessoa com uma personalidade forte, muito própria, difícil de lidar. Porém, eu também sou aquela pessoa que chora quando perde um amigo. E eu já perdi tantos sem entender qual o motivo. Como é fácil para os outros apagarem-te assim da tua vida, como se tu nunca existisses... Eu queria tanto ter essa frieza.

 

Tenho que controlar os meus impulsos, só me apetece pedir perdão e pedir para que volte, assim descontroladamente, implorar, mendigar a amizade. É triste quando chegamos ao ponto de mendigar a amizade de alguém.

A solidão é negra, é escura, e eu tenho medo dela.

 

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