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Sr. Solitário

Aquilo que penso. Aquilo que sinto. Aquilo que sou.

Aquilo que penso. Aquilo que sinto. Aquilo que sou.

19
Jan17

Que estranha forma de vida

Sr. Solitário

Os ponteiros do relógio arrastam-se lentamente. Gostava que algo os obrigasse a correr, não porque tenha pressa de viver, mas sim porque queria que aquele dia passasse rapidamente. Coloco os auscultadores nos ouvidos, a voz grandiosa e inconfundível de Amália Rodrigues invade os meus sentidos, rouba-me a atenção de uma forma tão prazenteira que fecho os olhos e deixo-me embalar nos acordes de uma triste melodia.

 

Foi por vontade de Deus que eu vivo nesta ansiedade que me assalta a alegria, que desperta o meu lado mais tenebroso, que faz de mim uma pessoa dependente, carente de afetos, carente de uma vida normal. Que estranha forma de vida tem este meu coração, que bate desenfreadamente em busca de um sentido e revolve todo o meu estômago à procura de um sítio onde se esconder.

 

Coração independente, coração que não comando... eu não te acompanho mais! Se não sabes onde vais, pára, deixa de bater, eu não te acompanho mais.

 

tempo.jpg

 

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