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Sr. Solitário

Aquilo que penso. Aquilo que sinto. Aquilo que sou.

Aquilo que penso. Aquilo que sinto. Aquilo que sou.

03
Jul17

Uma tarde quente de folclore

Sr. Solitário

As previsões meteorológicas previram um fim de semana com altas temperaturas, uma notícia desagradável para mim, que não gosto nem um pouco do calor! Mais desagradado fiquei por saber que tinha uma atuação do grupo folclórico do qual faço parte marcada para esse domingo à tarde. Acreditem que dançar trajado com as roupas pesadas que compõem a indumentária do rancho, trajes de antigamente, numa tarde de um calor intenso, não é de todo fácil.

 

Festejava-se o São Pedro, o último santo popular de acordo com as datas, nas terras de Paraíso, concelho de Castelo de Paiva. Grande ironia do destino, pois com o calor que se sentia mais parecia estarmos no Inferno, e não no Paraíso propriamente dito.

Cantando e dançando as tradições do nosso país, com muita água à mistura para hidratar e de estômago cheio das delícias do farnel, lá se passou a tarde de folclore.

 

Tenho apenas duas fotos para partilhar convosco, a inércia provocada pelo tempo obrigou-me a passar mais tempo deitado na toalha.

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10
Nov16

Não deixo morrer as tradições

Sr. Solitário

Eu faço parte de um Grupo Folclórico já há 11 anos. Tinha apenas 19 anos quando me fizeram o convite e aceitei com uma ligeira reticencia. Inicialmente iria só experimentar mas por lá fui ficando até hoje, e pretendo continuar por mais 11, 22, 44 anos ou até mais se a minha velhice o permitir.

Confesso que a princípio tive alguma dificuldade em aprender a dançar todas as modas que o rancho tocava e dançava. Tinha pés de chumbo. No entanto, conforme os meses foram passando, comecei a libertar-me mais até me tornar num grande dançarino de modas tradicionais que fizeram parte da juventude dos meus avós e até bisavós, está-me no sangue!

 

Sempre que digo aos meus amigos que danço num Grupo Folclórico, há sempre uma surpresa estampada nos seus olhares. Há quem diga mesmo que é uma seca, um "azeite" como costumam dizer na gíria. Eu não concordo nada com isso. Cada elemento que faz parte do grupo, que já conta com 41 anos de existência, é como se fizesse parte da minha família. Criamos laços de amizade fortes e todos os convívios que fazemos são sempre relembrados com carinho. Com o rancho já conheci terras lindíssimas e já dancei em milhares de palcos diferentes, sempre envergando com muito orgulho o traje que me foi proposto e levando as tradições das nossas terras a todo o país.

 

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