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Sr. Solitário

Aquilo que penso. Aquilo que sinto. Aquilo que sou.

Sr. Solitário

Aquilo que penso. Aquilo que sinto. Aquilo que sou.

30
Jan18

Pequenos grandes sonhos

Sr. Solitário

interpretacao-sonhos.jpg

 

Quando era pequeno sonhava ser professor. Deslumbrava-me só de pensar que podia ensinar as crianças a ler e a escrever, a fazer contas de dividir, ajudá-las a memorizar os rios de Portugal e educá-las de uma forma meiga e atenciosa.

 

Quando era um adolescente sonhava ser ator de uma novela ou até mesmo apresentador de televisão. Fascinava-me tudo aquilo que se passava diante do pequeno ecrã, queria tornar-me numa pessoa famosa, ser o orgulho de todos os meus familiares. Fiz imensos castings onde eu incorporava vários personagens marcantes e, no fim, era aplaudido por uma vasta multidão que me adorava.

 

Quando fui um jovem adulto sonhava ser cantor. Tantas canções escrevi, decorava-as e cantava-as ao meu próprio estilo e acreditava mesmo que no meio de tantas cantigas pudesse estar o meu grande êxito. Imaginava grandes concertos que faria por este país fora e quem sabe até no mundo!

 

Agora que sou adulto, um adulto com uma alma muito jovem, sonho tornar-me num escritor. Dar vida a todas aquelas personagens que ainda passeiam pela minha cabeça e que, de alguma forma, fazem parte de mim. Quero contar histórias, as minhas juntamente com as delas, dar um sentido às suas vidas para que eu próprio encontre também um sentido para a minha. Preciso de conceder-lhes a liberdade que elas nunca tiveram para que, num futuro próximo, elas possam me retribuir a minha que está presa numa cabeça imaginária.

 

02
Set16

Um novo projeto

Sr. Solitário

Quem tem acompanhado o meu blogue sabe que, na segunda-feira dia 5 de setembro, irei dar início à escrita de um romance de minha autoria. Tenho feito várias apresentações do mesmo, inclusive das personagens e um pouco das suas histórias, caracterização, etc.

Tais apresentações têm espicaçado a curiosidade dos meus leitores, alguns deles já contando os dias, o que me deixa muito orgulhoso de mim próprio pelo grande projeto que tenho desenvolvido na minha mente.

 

Gostaria de começar mais cedo com este romance, mas tal não foi possível, pois não chega só ter a ideia na cabeça, há que estruturar a história, é necessário arrumar todas as ideias em gavetas, é preciso gerir as emoções de cada personagem nas suas intrigas ao longo da trama e escrever algo com sentido, como uma boa história deve ser contada, com princípio, meio e fim.

A minha antiga professora de português, amiga minha no facebook, tem-me ajudado imenso, fazendo a revisão dos textos, tempos verbais, pontuações, etc. Eu quero fazer algo em grande para poder partilhar com todos vocês, meus leitores fieis, que merecem ler uma história que vos apaixone e que faça parte do vosso dia-a-dia durante algum tempo.

 

Por isso, espero contar com a vossa presença no dia 5, próxima segunda-feira, pelas 9:00 horas para lerem a primeira publicação de Coração de Papel.

 

novo-projeto.jpg

 

31
Ago16

Coração de Papel [6]

Sr. Solitário

«Andreia é prima de Mariana. Bonita, cabelo loiro, olhos claros e pele igualmente clara, completamente diferente da prima que é morena desde que nasceu.

Diferentes em aspetos físicos mas também diferentes em personalidade. Para Mariana, Andreia é a melhor prima do mundo. Contudo, ela é falsa, calculista e fria. Completamente desprovida de sentimentos.

Descobri o seu verdadeiro carácter quando, por mero acaso do destino, a vi dentro de um carro, em trajes menores, num momento muito íntimo com Renato, o namorado da sua própria prima!

 

E agora? Será que vou ser capaz de contar esta grande traição à minha melhor amiga e sofrer as consequências desse ato? Tenho medo da reação do Renato, mas não consigo viver com este peso na consciência...

Mas será que, ao contar, a Mariana irá acreditar em mim em vez de acreditar no próprio namorado e na própria prima?»

 

fundo data.jpg

 

21
Ago16

Coração de Papel [4]

Sr. Solitário

Bernardo é um jovem de boas famílias, muito popular na faculdade, rodeado de amigos. Contudo, acha-se superior a tudo e todos, não olhando a meio para atingir os seus fins.

Bernardo goza, humilha e maltrata todos aqueles que considera inferiores. Com um preconceito vincado e imposto pela própria família já de si retrógrada, Bernardo irá fazer da escola um inferno para Alexandre, por este ser diferente dos outros.

 

O que Bernardo não contava é que Pedro estará disposto a tudo para defender e proteger o seu novo amigo, por quem nutre um sentimento muito grande, que pode ser chamado de amor.

 

Em setembro chega...

 

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Está escrito!

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