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Sr. Solitário

Aquilo que penso. Aquilo que sinto. Aquilo que sou.

Sr. Solitário

Aquilo que penso. Aquilo que sinto. Aquilo que sou.

20
Jul18

Perdoa-me - Lesley Pearse

Sr. Solitário

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Sinopse

 

O instante em que encontrou a mãe sem vida nunca se extinguirá da memória de Eva Patterson. Num bilhete, as suas últimas e enigmáticas palavras: Perdoa-me.

O mundo seguro de Eva ruiu naquele momento devastador. Mas o inesperado suicídio de Flora vai marcar apenas o início de uma sucessão de acontecimentos surpreendentes. No seu testamento, Flora deixa a Eva um estúdio em Londres. Este sítio é a primeira pista para o passado secreto de uma mulher que, Eva percebe agora, lhe é totalmente desconhecida.

No sótão do estúdio, a jovem encontra os diários e os quadros da mãe, provas de uma fulgurante carreira artística mantida em segredo. O que levou Flora a esconder tão fundo o seu passado? Ao aproximar-se da verdade, Eva descobre um crime tão chocante que a leva a questionar-se se alguma vez conseguirá, de facto, perdoar.

 

Este é o segundo livro que leio desta escritora que me surpreendeu, e este romance não ficou atrás. Esta escritora fascina-me com a facilidade com que a sua escrita nos prende às suas histórias, com muito mistério e suspense à mistura. Conseguimos desenvolver laços com as personagens e até sentir saudades delas quando o livro chega ao fim. A história da Eva nunca mais vai sair da minha cabeça... e a Sophie também não. E mais não posso dizer.

Recomendo este livro e outros desta escritora dos quais ainda não conheço mas que, tenho a certeza, são especiais.

 

19
Jul18

O Reino do Meio - José Rodrigues dos Santos

Sr. Solitário

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Sinopse

 

A guerra rebenta em Espanha e o Japão invade a China. Uma relação extraconjugal nos Açores, o atentado contra Salazar e as intrigas palacianas em Tóquio aproximam o coronel Artur Teixeira do cônsul Satake Fukui na mais imprevisível e perigosa das cidades - a Berlim de Adolf Hitler.

Lian-hua, a chinesa dos olhos azuis, está prometida a um desconhecido quando vê os japoneses entrarem em Pequim e a sua vida se transforma num inferno. O mesmo espetáculo é observado pela russa Nadezhda Skuratova em Xangai, onde se apaixona por um português que a forçará a uma escolha impossível.

A Berlim do blackout, dos boatos e das anedotas, do Hotel Adlon, das suásticas que brilham à noite e das lojas vazias com vitrinas cheias; a Pequim das mei po casamenteiras, dos chi pao de seda, dos cules e dos riquexós; a Tóquio do Hotel Imperial, dos golpes no Kantei, do zen e dos códigos de honra giri e ôn; e a Xangai da Concessão Internacional, dos portugueses do Clube Lusitano, dos néones, do Bund, das taxi-girls russas e dos bordéis.

Senhor de uma prosa sem igual, José Rodrigues dos Santos está de regresso ao grande romance com a conclusão da história inesquecível das quatro vidas que o totalitarismo moldou. Lendo-se como um romance autónomo, O Reino do Meio encerra em grande estilo a polémica Trilogia do Lótus, uma das mais ambiciosas e controversas obras da literatura portuguesa contemporânea.

 

O terceiro livro da trilogia Lótus. O livro que encerra a história das quatro personagem oriundas de países diferentes numa guerra política. Li numa semana as 700 páginas que compõem este romance histórico de grande intensidade. Ao contrário dos outros dois volumes dos quais me queixei terem tantos pormenores históricos, não achei este tão maçador. Lê-se muito bem, numa escrita portuguesa muito rica e de fácil compreensão.

Muito bom!

 

12
Jul18

Uma Aventura na Casa da Lagoa - Ana Maria Magalhães e Isabel Alçada

Sr. Solitário

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Sinopse

 

O pai da Glória, uma amiga das gémeas, comprou num leilão uma casa na Lagoa, casa que ainda não conhece. Um dia a Glória convida as gémeas e os amigos a passarem uns dias de férias na Casa da Lagoa. Quando chegam à Casa da Lagoa, perto de uma pequena aldeia, além da casa em mau estado, confrontam-se com uma mensagem aterradora numa das paredes: maldito seja quem pisar este chão... A partir daí todo o mistério se vai desenrolar: O Zé Cabeça anda a fugir da polícia por causa de um crime que não cometeu e uns quantos bandidos procuram de tesouros egípcios que julgam encontrar-se na Casa. E como aparece até uma múmia num dos anexos!!

 

Estes livros fazem parte da minha infância. Li-os quase todos nos intervalos das aulas e até mesmo quando tinha um furo. Ia para a biblioteca e passava lá horas a ler. O meu gosto pela leitura começou com estes livros.

Então, ao ler este livro, foi como se matasse saudades desse tempo e, por incrível que pareça, estas pequenas aventuras que as gémeas Teresa e Luísa e o Caracol, o João e o Faial, o Pedro e o Chico passam, ainda me surpreendem!

Aconselho a leitura principalmente aos vossos filhos se os tiverem, é uma boa forma de inicia-los também na aventura da leitura.

 

 

 

11
Jul18

Uma Coluna de Fogo - Ken Follett

Sr. Solitário

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Sinopse

 

Natal de 1558. O jovem Ned Willard regressa a Kingsbridge e descobre que o seu mundo mudou. As velhas pedras da catedral de Kingsbridge contemplam uma cidade dividida pelo ódio de cariz religioso. A Europa vive tempos tumultuosos, em que os princípios fundamentais colidem de forma sangrenta com a amizade, a lealdade e o amor. Ned em breve dá consigo do lado oposto ao da rapariga com quem deseja casar, Margery Fitzgerald.

 

Isabel Tudor sobe ao trono, e toda a Europa se vira contra a Inglaterra. A jovem rainha, perspicaz e determinada, cria desde logo o primeiro serviço secreto do reino, cuja missão é avisá-la de imediato de qualquer tentativa quer de conspiração para a assassinar, quer de revoltas e planos de invasão. Isabel sabe que a encantadora e voluntariosa Maria, rainha da Escócia, aguarda pela sua oportunidade em Paris. Pertencendo a uma família francesa de uma ambição brutal, Maria foi proclamada herdeira legítima do trono de Inglaterra, e os seus apoiantes conspiram para se livrarem de Isabel.

 

Tendo como pano de fundo este período turbulento, o amor entre Ned e Margery parece condenado, à medida que o extremismo ateia a violência através da Europa, de Edimburgo a Genebra. Enquanto Isabel se esforça por se manter no trono e fazer prevalecer os seus princípios, protegida por um pequeno mas dedicado grupo de hábeis espiões e de corajosos agentes secretos, vai-se tornando claro que os verdadeiros inimigos, então como hoje, não são as religiões rivais. A batalha propriamente dita trava-se entre aqueles que defendem a tolerância e a concórdia e os tiranos que querem impor as suas ideias a todos, a qualquer custo.

 

 

Um livro magnífico cheio de pormenores históricos numa época muito conturbada, passada no século XVI, entre os países de Inglaterra, França, Espanha, Escócia e Países Baixos. Altura em que a igreja detinha o poder de matar e onde existiam guerras entre os reinados. Adorei o livro, demorei mais tempo do que esperava para o ler, pois o livro pode tornar-se um pouco maçador. Contudo, a história que ele contém é muito emocionante, cheio de personagens que nos marcam e das quais passam a fazer parte da nossa vida durante alguns dias.

Recomendo.

 

06
Jun18

Feira do livro na Note!

Sr. Solitário

Note! está a realizar uma feira do livro com descontos imediatos que chegam aos 50% até dia 10 de julho.

Hoje passei por lá e, mais uma vez, perdi-me no meio de tantos livros e tantos descontos. A minha vontade era trazê-los a todos! Não que não o pudesse fazer, as funcionárias até me agradeciam, mas é a carteira que não deixa.

 

Após uma escolha muito (mas muito!) demorada, optei por trazer um livro de uma escritora espanhola que não conheço, até porque o livro em questão é o seu primeiro romance, mas a forma como está escrito desde o início, ainda para mais uma história contada na primeira pessoa, cativou-me.

A escritora chama-se María Dueñas e o livro é denominado por "O tempo entre costuras". Podem ler mais informações aqui.

 

Após o comprar trouxe-o entre os braços como se suportasse um bebé, todo contente com o meu brinquedo novo, e já o guardei na minha estante que começa a ficar bastante preenchida. Ainda não o vou ler já, tenho tantos em fila de espera, mas tantos, que por vezes eles gritam por mim para chamarem a sua atenção.

 

Como já referi, a feira do livro da Note! dura até dia 10 de julho e, como podem imaginar, não será o único livro que irei comprar. É necessário ter o cartão Continente para aproveitar os descontos! (Eles têm mesmo grandes descontos, a sério!).

 

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05
Jun18

A Rapariga Alemã - Armando Lucas Correa

Sr. Solitário

 

Andei a "namorar" este livro durante muitos dias. Pegava-o, folheava-o e lia a sinopse por diversas vezes mas dizia sempre que era um pouco caro para o comprar. "Talvez para uma próxima" - dizia sempre... até que chegou o dia em que o Dany me disse: chega! Já andas a vê-lo há muito tempo sempre com vontade de o comprar, eu compro-to. Foi a alegria total.

Li-o em menos de uma semana. É fantástico, poderoso e comovente! Um dos melhores romances que já li, acreditem.

 

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Sinopse:

 

Com o aproximar da guerra, a vida da jovem alemã Hannah Rosenthal mudou.

 

Em 1939, as ruas de Berlim estão decoradas com bandeiras vermelhas, pretas e brancas. Pelas ruas andam «ogres», vestidos com uniformes castanhos.

O pai de Hannah parece mais diminuído a cada dia. E a sua mãe vive sempre com medo. É quando decidem fugir da Alemanha a bordo do navio St. Louis, com destino a Cuba, que lhes dará asilo.

 

Cerca de 70 anos depois, em Nova Iorque, Anna Rosen recebe uma encomenda.

 

No dia do seu 12.º aniversário, chegam às mãos de Anna fotografias de família do pai, Louis, um cubano que nunca conheceu. O nome da remetente é Hannah, e o pacote vem de Cuba. Louis morrera nas Torres Gémeas a 11 de setembro de 2001, pouco antes de Anna nascer.

 

Qual será a relação entre ambas?

 

Decididas a desvendar os mistérios do homem das suas vidas, Anna e a mãe viajam até Cuba para conhecerem Hannah, que as espera. Conseguirão todas encontrar as respostas que procuram?

 

De Berlim, nas vésperas da Segunda Guerra Mundial, a Cuba, à beira da Revolução; da Nova Iorque pós-11 de Setembro à Havana da atualidade, esta história real mostra-nos toda a força e determinação de gerações de exilados, ainda e sempre à procura do seu lugar no mundo.

 

 

«Fascinante. Uma brilhante apresentação dos terrores, paixões, atribulações, coragem infinita e espírito daqueles de que a história se esqueceu.»

Thomas Keneally

autor de A Lista de Schindler

 

«Dei por mim a não conseguir pousar o livro. Identifiquei-me com que os meus pais devem ter sentido na Alemanha e depois no St. Louis. Uma história belíssima e de partir o coração.»

Judith (Koeppel) Steel

Sobrevivente do St. Louis

 

«Profundo e tocante. Este romance foi pessoal para mim, especialmente por ser contado do ponto de vista de uma menina num navio, tal como eu fui.»

Ana Maria (Karman) Gordon

Sobrevivente do St. Louis

 

 

04
Jun18

Na hora da despedida

Sr. Solitário

Já é noite quando percorremos as ruas dos vários lugares onde passamos. Ambos já conhecemos o caminho de cor mas, para aproveitar cada minuto, o Dany conduz com toda a calma, numa velocidade mínima, só com uma mão pois a outra está sempre entre as minhas no meu colo.

Passamos um excelente fim de semana, aliás como todos os outros desde que o conheci, porém já é domingo à noite... como o tempo passa rápido!

 

Mon amour, tu vas me manquer - meu amor, vou sentir a tua falta - diz-me sempre que estamos prestes a aproximarmo-nos da minha casa e o meu coração começa a ficar pequenino. Aperto mais a mão dele entre as minhas e ele leva uma das minhas aos seus lábios para a beijar como sempre faz.

Estacionamos perto, na berma da estrada mais à frente, para fugir um pouco ao movimento dos restaurantes da minha aldeia. Olhamos para trás e para a frente, o caminho está livre, ninguém nos vê. Beijamo-nos e abraçamo-nos num abraço apertado e longo. Ah como eu queria parar o tempo ali!

 

Dizemos "boa noite" e "dorme bem" umas 3 ou 4 vezes, como somos tolos! Nenhum de nós quer ir embora, mas tem que ser. A vida não para.

Saio do carro e caminho em passos apressados até minha casa para fugir do frio. Contudo, ainda consigo vê-lo partir e, na obscuridade do seu carro, vislumbro o seu sorriso enquanto me acena, e ainda consigo ler nos seus lábios as palavras "Je t'aime".

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30
Mai18

De passagem por Murça

Sr. Solitário

Ao regressar de Chaves, com a certeza que voltaremos um dia, passamos pela pequena vila de Murça, também pertencente ao distrito de Vila Real, para visitar um monumento que desconhecia - a Porca de Murça.

É uma escultura celta que representa uma das divindades deste povo. Estas esculturas existem aos milhares, mas é em Murça que se encontra a replica mais bem conservada, não só por toda a região como por todo o Noroeste da Península Ibérica.

 

Fiquei impressionado! É uma vila pacata. O monumento encontra-se em ótimo estado de conservação como poderão ver através das fotografias que partilho hoje convosco. Porém, a nossa visita foi curta não só porque já estávamos fatigados da viagem, mas também porque as nuvens negras ameaçavam chuva.

 

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Fonte de algumas informações: https://pt.wikipedia.org/wiki/Mur%C3%A7a

29
Mai18

De visita a Chaves

Sr. Solitário

 

Este fim de semana fizemos uma escapadinha a dois até à lindíssima cidade de Chaves, distrito de Vila Real. Foi a primeira vez que visitei a cidade e logo fiquei rendido pela sua magnitude, beleza e, acima de tudo, calmaria.

Não vou escrever muito, pois o que é interessante de ver são as fotos. Espero que não fiquem desiludidos, dei o meu melhor e penso ter conseguido tirar umas boas fotografias.

 

Claro que chegando a Chaves, o primeiro monumento que quis visitar foi a ponte romana denominada de Ponte de Trajano que localiza-se sobre o rio Tâmega, erguida entre fins do século I e o início do século II d.C.

Sobre a ponte encontram-se também duas colunas romanas com inscrições em latim.

 

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A vista sobre a ponte é deslumbrante.

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A fachada do Forte de São Francisco. Este forte destinava-se a defender a cidade, na fronteira da Galiza, à época da Guerra da Restauração.

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Torre de Menagem e o Castelo de Chaves que defendia a fronteira com a Galiza. Adorei!

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Igreja de Santa Maria Maior.

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Câmara Municipal de Chaves.

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Estas são apenas algumas fotos das que tirei e que não vou colocar todas, vou repartir em várias publicações futuras... o resto é privado, como é óbvio. Não deixem de visitar esta lindíssima cidade, não me canso de o dizer, nem tenho mais palavras para descrever tamanha beleza. Vão adorar com toda a certeza se necessitarem de repousar e relaxar um pouco no meio da natureza.

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Ficamos hospedados no Hotel Casino de Chaves, um local muito calmo e confortável, com um SPA maravilhoso.

Obrigado a todos os flavienses, passei ótimos momentos aí com vocês. Um grande abraço!

21
Mai18

De coração cheio

Sr. Solitário

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"Meu homem, cada um é como é, e ninguém tem nada a ver com isso, o importante é que tu estejas feliz. Se tu estás feliz, eu também estou feliz. Não deixas de ser meu filho por causa disso e eu amar-te-ei sempre tal como és".

 

Estas foram as palavras do meu pai quando soube da minha orientação sexual. Disse-o por telefone no dia do meu aniversário. O melhor presente que poderia receber dele. Estava num hipermercado e nesse momento esqueci-me completamente do que queria comprar. Andava pelos corredores sem nada ver tal era a minha ânsia de pular de alegria! Senti vontade de rir e de chorar ao mesmo tempo.

Sempre tive receio da reação do meu pai quando soubesse. Sempre escondi dele a minha verdadeira identidade. Nunca quis desiludi-lo, nunca quis quebrar o estereótipo do filho perfeito e desejado, do qual sempre teve um orgulho enorme. Envergonha-lo talvez perante a sua família... nós sabemos o quanto as pessoas podem magoar ao criticar certas "escolhas". Quando ele me perguntava onde estava a minha namorada, eu respondia-lhe sempre com palavras vagas, dizendo-lhe que "eu vou namorando".

 

Contei ao Dany, o meu namorado, e tocamo-nos ao de leve na mão. A minha vontade era abraça-lo e beija-lo ali no meio da multidão que observava as promoções, mas contive-me porque ainda tenho medo da reação das pessoas. Adoro quando posso aninhar o meu pescoço no ombro dele num abraço apertado. Nos braços dele sinto-me seguro, sinto-me leve, sinto que esperei toda a minha vida por ele.

 

Se isto não é a felicidade, creio que andarei lá muito perto.

 

 

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