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Sr. Solitário

Aquilo que penso. Aquilo que sinto. Aquilo que sou.

Sr. Solitário

Aquilo que penso. Aquilo que sinto. Aquilo que sou.

03
Set18

Ama-te como tu és!

Sr. Solitário

Durante grande parte da minha vida sempre quis agradar a todos. Mudei a minha personalidade muitas vezes, falava de maneiras diferentes utilizando expressões "da moda" que toda a malta jovem dizia, vestia-me conforme os outros diziam que era fixe, comportava-me ora como um adolescente rebelde ora como um ser humano insignificante escondido num canto qualquer sem ninguém dar por mim, um anti-social quando desistia de mim. Desisti de mim muitas vezes. Quis integrar-me em vários grupos no qual não me identificava nem um pouco, só pelo simples facto de ser aceite. Nunca lidei muito bem com uma rejeição, o que me valeu muitas ruturas de amizade.

 

Durante toda a minha vida ouvi palavras de rejeição. "És uma bicha", "és feio", "vestes-te mal, não tens roupas bonitas", "não prestas para nada", "és um inútil", "pareces deficiente", "odeio pessoas como tu", "és muito magro, deves ter alguma doença"...

 

Talvez por isso me tenha tornado numa pessoa mais fria, cheio de defesas que ninguém conseguia romper, não dava uma oportunidade a ninguém para que se aproximasse. Tudo isso me levou a um estado de solidão extremo, fiquei fechado em casa durante imenso tempo, o meu telemóvel não tocava, ninguém queria saber de mim e eu não queria saber de ninguém.

 

Ontem, sem o saber, o Daniel disse-me uma coisa muito importante para mim:

- Amo-te como tu és.

Agora, olhando para o passado, vejo que nada disso fazia sentido. Nada! Tenho alguém na minha vida que me ama tal como eu sou, com todos os meus defeitos e todas as minhas qualidades. E não é só o Daniel, hoje existem imensas pessoas na minha vida que me amam tal como eu sou! E eu ainda me pergunto como tal é possível se durante tantos anos fui rejeitado?

Eu sei a resposta. Porque nunca gostei de mim. Acreditei um tudo aquilo que me disseram, afinal se quase toda a gente o dizia, é porque era verdade...

 

Aprendi uma grande lição para a minha vida. Primeiro temos que gostar de nós próprios e só depois é que aprendemos a gostar de alguém. Gostava tanto que toda a gente percebesse isso e não sofresse tanto como eu sofri.

 

Ama-te como tu és!

29
Ago18

Para onde vão os guarda-chuvas - Afonso Cruz

Sr. Solitário

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Sinopse

 

O pano de fundo deste romance é um Oriente efabulado, baseado no que pensamos que foi o seu passado e acreditamos ser o seu presente, com tudo o que esse Oriente tem de mágico, de diferente e de perverso. Conta a história de um homem que ambiciona ser invisível, de uma criança que gostaria de voar como um avião, de uma mulher que quer casar com um homem de olhos azuis, de um poeta profundamente mudo, de um general russo que é uma espécie de galo de luta, de uma mulher cujos cabelos fogem de uma gaiola, de um indiano apaixonado e de um rapaz que tem o universo inteiro dentro da boca.
Um magnífico romance que abre com uma história ilustrada para crianças que já não acreditam no Pai Natal e se desdobra numa sublime tapeçaria de vidas, tecida com os fios e as cores das coisas que encontramos, perdemos e esperamos reencontrar.

 

Toda a gente deveria ler este livro. Toda a gente. Este livro é uma lição de vida para todos nós.

Vi-o na biblioteca e, por curiosidade, peguei nele. Li as primeiras páginas e nunca mais o larguei até o devorar por completo!

É muito bom. Uma escrita fantástica que nos cativa e nos prende do início ao fim. Viajamos até ao oriente e ficamos a descobrir um mundo completamente diferente, com as suas culturas, tradições e costumes. Aprendemos, sonhamos, imaginamos e passamos a ver a vida com outros olhos.

Afinal, para onde vão os guarda-chuvas? Descubram, tenho a certeza que vão gostar imenso de o saber.

 

21
Ago18

Calor e ar condicionado

Sr. Solitário

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Ontem, quando me dirigi ao hiper-mercado para fazer as minhas compras, fui invadido por uma massa de ar frio, quase como se de repente entrasse na Sibéria em pleno pico de inverno, que me gelou até aos ossos! É claro que estou a exagerar um pouco mas, acreditem, que cheguei a sentir frio lá dentro ao ponto de querer sair dali para fora o mais rápido possível.

 

A minha mãe sentiu o mesmo e, ao pronuncia-lo a uma senhora da peixaria, que por sua vez estava vestida com uma camisola de mangas, obteve a seguinte resposta:

- Ó minha linda, tem que ser por causa do peixe - e deu uma risada como se tivesse acabado de dizer a piada mais engraçada do mundo.

Ok, eu até concordo que é necessário manter os produtos o mais fresco possível, mas é mesmo necessário assim tanto?!

- Vamos embora que eu estou cheia de frio! - disse-me a minha mãe enquanto colocava as últimas compras no cesto. Os meus pés pareciam cubos de gelo.

 

Ao sairmos do estabelecimento, foi como se entrássemos dentro de um forno prontos a sermos cozinhados com batatas e vinho branco.

- Meu Deus, não se aguenta este calor!

Não se aguenta o calor e também não se aguenta o ar condicionado em excesso. Parece que anda tudo em extremos.

 

24
Jul18

Cebola crua com sal e broa - Miguel Sousa Tavares

Sr. Solitário

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Sinopse

 

Eterno contador de histórias, o autor dá vida aos seus primeiros anos: da infância à juventude, dos jornais à política. O testemunho de uma vida única com a História contemporânea de Portugal como fundo.

Uma quinta no Marão e a escola igual para todos. Os Verões nas praias da Granja e de Lagos. "Melville" e a pesca da lula «ao candeio». Uma casa diferente e alternativa. Marcelo e as lutas estudantis. O pai e o 25 de Abril. A PIDE e as loucuras do PREC. O trabalho no Estado. A liberdade nos jornais e o fascinante mundo da televisão. Soares, Guterres e Sócrates. As paixões pelo jornalismo e pela literatura. As promessas de vida cumpridas e as juras por cumprir...

«Pode um homem viver impunemente começando a sua infância numa aldeia do Marão, comendo cebola crua com sal todas as merendas? Daí saltar para o mundo cinzento e as manhãs submersas da vida salazarenta da Lisboa dos anos sessenta? Acordar na manhã luminosa do 25 de Abril e descobrir que, afinal, éramos todos anti-fascistas e revolucionários e, logo depois, ir ao encontro do mundo e descobrir-se a si mesmo como uma testemunha privilegiada de tempos incríveis que, não os narrando, teria sepultado para sempre na cinza dos dias inúteis? Declaro que vi. E, por isso, conto. Antes que a água tudo lave e apague.»

 

Não terminei de ler este livro. O primeiro e o segundo capítulo são extraordinários! Mas, a partir do 3º/4º, é muita política, muito maldizer de tudo e de todos, com uma escrita crua e dura, muita confusão pois ele escreve sobre uma coisa e depois passa para um paragrafo para dizer outra completamente diferente... enfim! Não gostei de todo.

Este não recomendo.

 

Querem saber o que estou a ler neste momento e mais umas quantas coisas sobre mim? Então sigam o meu Instagram :)

20
Jul18

Perdoa-me - Lesley Pearse

Sr. Solitário

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Sinopse

 

O instante em que encontrou a mãe sem vida nunca se extinguirá da memória de Eva Patterson. Num bilhete, as suas últimas e enigmáticas palavras: Perdoa-me.

O mundo seguro de Eva ruiu naquele momento devastador. Mas o inesperado suicídio de Flora vai marcar apenas o início de uma sucessão de acontecimentos surpreendentes. No seu testamento, Flora deixa a Eva um estúdio em Londres. Este sítio é a primeira pista para o passado secreto de uma mulher que, Eva percebe agora, lhe é totalmente desconhecida.

No sótão do estúdio, a jovem encontra os diários e os quadros da mãe, provas de uma fulgurante carreira artística mantida em segredo. O que levou Flora a esconder tão fundo o seu passado? Ao aproximar-se da verdade, Eva descobre um crime tão chocante que a leva a questionar-se se alguma vez conseguirá, de facto, perdoar.

 

Este é o segundo livro que leio desta escritora que me surpreendeu, e este romance não ficou atrás. Esta escritora fascina-me com a facilidade com que a sua escrita nos prende às suas histórias, com muito mistério e suspense à mistura. Conseguimos desenvolver laços com as personagens e até sentir saudades delas quando o livro chega ao fim. A história da Eva nunca mais vai sair da minha cabeça... e a Sophie também não. E mais não posso dizer.

Recomendo este livro e outros desta escritora dos quais ainda não conheço mas que, tenho a certeza, são especiais.

 

19
Jul18

O Reino do Meio - José Rodrigues dos Santos

Sr. Solitário

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Sinopse

 

A guerra rebenta em Espanha e o Japão invade a China. Uma relação extraconjugal nos Açores, o atentado contra Salazar e as intrigas palacianas em Tóquio aproximam o coronel Artur Teixeira do cônsul Satake Fukui na mais imprevisível e perigosa das cidades - a Berlim de Adolf Hitler.

Lian-hua, a chinesa dos olhos azuis, está prometida a um desconhecido quando vê os japoneses entrarem em Pequim e a sua vida se transforma num inferno. O mesmo espetáculo é observado pela russa Nadezhda Skuratova em Xangai, onde se apaixona por um português que a forçará a uma escolha impossível.

A Berlim do blackout, dos boatos e das anedotas, do Hotel Adlon, das suásticas que brilham à noite e das lojas vazias com vitrinas cheias; a Pequim das mei po casamenteiras, dos chi pao de seda, dos cules e dos riquexós; a Tóquio do Hotel Imperial, dos golpes no Kantei, do zen e dos códigos de honra giri e ôn; e a Xangai da Concessão Internacional, dos portugueses do Clube Lusitano, dos néones, do Bund, das taxi-girls russas e dos bordéis.

Senhor de uma prosa sem igual, José Rodrigues dos Santos está de regresso ao grande romance com a conclusão da história inesquecível das quatro vidas que o totalitarismo moldou. Lendo-se como um romance autónomo, O Reino do Meio encerra em grande estilo a polémica Trilogia do Lótus, uma das mais ambiciosas e controversas obras da literatura portuguesa contemporânea.

 

O terceiro livro da trilogia Lótus. O livro que encerra a história das quatro personagem oriundas de países diferentes numa guerra política. Li numa semana as 700 páginas que compõem este romance histórico de grande intensidade. Ao contrário dos outros dois volumes dos quais me queixei terem tantos pormenores históricos, não achei este tão maçador. Lê-se muito bem, numa escrita portuguesa muito rica e de fácil compreensão.

Muito bom!

 

12
Jul18

Uma Aventura na Casa da Lagoa - Ana Maria Magalhães e Isabel Alçada

Sr. Solitário

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Sinopse

 

O pai da Glória, uma amiga das gémeas, comprou num leilão uma casa na Lagoa, casa que ainda não conhece. Um dia a Glória convida as gémeas e os amigos a passarem uns dias de férias na Casa da Lagoa. Quando chegam à Casa da Lagoa, perto de uma pequena aldeia, além da casa em mau estado, confrontam-se com uma mensagem aterradora numa das paredes: maldito seja quem pisar este chão... A partir daí todo o mistério se vai desenrolar: O Zé Cabeça anda a fugir da polícia por causa de um crime que não cometeu e uns quantos bandidos procuram de tesouros egípcios que julgam encontrar-se na Casa. E como aparece até uma múmia num dos anexos!!

 

Estes livros fazem parte da minha infância. Li-os quase todos nos intervalos das aulas e até mesmo quando tinha um furo. Ia para a biblioteca e passava lá horas a ler. O meu gosto pela leitura começou com estes livros.

Então, ao ler este livro, foi como se matasse saudades desse tempo e, por incrível que pareça, estas pequenas aventuras que as gémeas Teresa e Luísa e o Caracol, o João e o Faial, o Pedro e o Chico passam, ainda me surpreendem!

Aconselho a leitura principalmente aos vossos filhos se os tiverem, é uma boa forma de inicia-los também na aventura da leitura.

 

 

 

11
Jul18

Uma Coluna de Fogo - Ken Follett

Sr. Solitário

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Sinopse

 

Natal de 1558. O jovem Ned Willard regressa a Kingsbridge e descobre que o seu mundo mudou. As velhas pedras da catedral de Kingsbridge contemplam uma cidade dividida pelo ódio de cariz religioso. A Europa vive tempos tumultuosos, em que os princípios fundamentais colidem de forma sangrenta com a amizade, a lealdade e o amor. Ned em breve dá consigo do lado oposto ao da rapariga com quem deseja casar, Margery Fitzgerald.

 

Isabel Tudor sobe ao trono, e toda a Europa se vira contra a Inglaterra. A jovem rainha, perspicaz e determinada, cria desde logo o primeiro serviço secreto do reino, cuja missão é avisá-la de imediato de qualquer tentativa quer de conspiração para a assassinar, quer de revoltas e planos de invasão. Isabel sabe que a encantadora e voluntariosa Maria, rainha da Escócia, aguarda pela sua oportunidade em Paris. Pertencendo a uma família francesa de uma ambição brutal, Maria foi proclamada herdeira legítima do trono de Inglaterra, e os seus apoiantes conspiram para se livrarem de Isabel.

 

Tendo como pano de fundo este período turbulento, o amor entre Ned e Margery parece condenado, à medida que o extremismo ateia a violência através da Europa, de Edimburgo a Genebra. Enquanto Isabel se esforça por se manter no trono e fazer prevalecer os seus princípios, protegida por um pequeno mas dedicado grupo de hábeis espiões e de corajosos agentes secretos, vai-se tornando claro que os verdadeiros inimigos, então como hoje, não são as religiões rivais. A batalha propriamente dita trava-se entre aqueles que defendem a tolerância e a concórdia e os tiranos que querem impor as suas ideias a todos, a qualquer custo.

 

 

Um livro magnífico cheio de pormenores históricos numa época muito conturbada, passada no século XVI, entre os países de Inglaterra, França, Espanha, Escócia e Países Baixos. Altura em que a igreja detinha o poder de matar e onde existiam guerras entre os reinados. Adorei o livro, demorei mais tempo do que esperava para o ler, pois o livro pode tornar-se um pouco maçador. Contudo, a história que ele contém é muito emocionante, cheio de personagens que nos marcam e das quais passam a fazer parte da nossa vida durante alguns dias.

Recomendo.

 

06
Jun18

Feira do livro na Note!

Sr. Solitário

Note! está a realizar uma feira do livro com descontos imediatos que chegam aos 50% até dia 10 de julho.

Hoje passei por lá e, mais uma vez, perdi-me no meio de tantos livros e tantos descontos. A minha vontade era trazê-los a todos! Não que não o pudesse fazer, as funcionárias até me agradeciam, mas é a carteira que não deixa.

 

Após uma escolha muito (mas muito!) demorada, optei por trazer um livro de uma escritora espanhola que não conheço, até porque o livro em questão é o seu primeiro romance, mas a forma como está escrito desde o início, ainda para mais uma história contada na primeira pessoa, cativou-me.

A escritora chama-se María Dueñas e o livro é denominado por "O tempo entre costuras". Podem ler mais informações aqui.

 

Após o comprar trouxe-o entre os braços como se suportasse um bebé, todo contente com o meu brinquedo novo, e já o guardei na minha estante que começa a ficar bastante preenchida. Ainda não o vou ler já, tenho tantos em fila de espera, mas tantos, que por vezes eles gritam por mim para chamarem a sua atenção.

 

Como já referi, a feira do livro da Note! dura até dia 10 de julho e, como podem imaginar, não será o único livro que irei comprar. É necessário ter o cartão Continente para aproveitar os descontos! (Eles têm mesmo grandes descontos, a sério!).

 

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05
Jun18

A Rapariga Alemã - Armando Lucas Correa

Sr. Solitário

 

Andei a "namorar" este livro durante muitos dias. Pegava-o, folheava-o e lia a sinopse por diversas vezes mas dizia sempre que era um pouco caro para o comprar. "Talvez para uma próxima" - dizia sempre... até que chegou o dia em que o Dany me disse: chega! Já andas a vê-lo há muito tempo sempre com vontade de o comprar, eu compro-to. Foi a alegria total.

Li-o em menos de uma semana. É fantástico, poderoso e comovente! Um dos melhores romances que já li, acreditem.

 

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Sinopse:

 

Com o aproximar da guerra, a vida da jovem alemã Hannah Rosenthal mudou.

 

Em 1939, as ruas de Berlim estão decoradas com bandeiras vermelhas, pretas e brancas. Pelas ruas andam «ogres», vestidos com uniformes castanhos.

O pai de Hannah parece mais diminuído a cada dia. E a sua mãe vive sempre com medo. É quando decidem fugir da Alemanha a bordo do navio St. Louis, com destino a Cuba, que lhes dará asilo.

 

Cerca de 70 anos depois, em Nova Iorque, Anna Rosen recebe uma encomenda.

 

No dia do seu 12.º aniversário, chegam às mãos de Anna fotografias de família do pai, Louis, um cubano que nunca conheceu. O nome da remetente é Hannah, e o pacote vem de Cuba. Louis morrera nas Torres Gémeas a 11 de setembro de 2001, pouco antes de Anna nascer.

 

Qual será a relação entre ambas?

 

Decididas a desvendar os mistérios do homem das suas vidas, Anna e a mãe viajam até Cuba para conhecerem Hannah, que as espera. Conseguirão todas encontrar as respostas que procuram?

 

De Berlim, nas vésperas da Segunda Guerra Mundial, a Cuba, à beira da Revolução; da Nova Iorque pós-11 de Setembro à Havana da atualidade, esta história real mostra-nos toda a força e determinação de gerações de exilados, ainda e sempre à procura do seu lugar no mundo.

 

 

«Fascinante. Uma brilhante apresentação dos terrores, paixões, atribulações, coragem infinita e espírito daqueles de que a história se esqueceu.»

Thomas Keneally

autor de A Lista de Schindler

 

«Dei por mim a não conseguir pousar o livro. Identifiquei-me com que os meus pais devem ter sentido na Alemanha e depois no St. Louis. Uma história belíssima e de partir o coração.»

Judith (Koeppel) Steel

Sobrevivente do St. Louis

 

«Profundo e tocante. Este romance foi pessoal para mim, especialmente por ser contado do ponto de vista de uma menina num navio, tal como eu fui.»

Ana Maria (Karman) Gordon

Sobrevivente do St. Louis

 

 

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