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Sr. Solitário

Aquilo que penso. Aquilo que sinto. Aquilo que sou.

Sr. Solitário

Aquilo que penso. Aquilo que sinto. Aquilo que sou.

30
Mai18

De passagem por Murça

Sr. Solitário

Ao regressar de Chaves, com a certeza que voltaremos um dia, passamos pela pequena vila de Murça, também pertencente ao distrito de Vila Real, para visitar um monumento que desconhecia - a Porca de Murça.

É uma escultura celta que representa uma das divindades deste povo. Estas esculturas existem aos milhares, mas é em Murça que se encontra a replica mais bem conservada, não só por toda a região como por todo o Noroeste da Península Ibérica.

 

Fiquei impressionado! É uma vila pacata. O monumento encontra-se em ótimo estado de conservação como poderão ver através das fotografias que partilho hoje convosco. Porém, a nossa visita foi curta não só porque já estávamos fatigados da viagem, mas também porque as nuvens negras ameaçavam chuva.

 

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Fonte de algumas informações: https://pt.wikipedia.org/wiki/Mur%C3%A7a

29
Mai18

De visita a Chaves

Sr. Solitário

 

Este fim de semana fizemos uma escapadinha a dois até à lindíssima cidade de Chaves, distrito de Vila Real. Foi a primeira vez que visitei a cidade e logo fiquei rendido pela sua magnitude, beleza e, acima de tudo, calmaria.

Não vou escrever muito, pois o que é interessante de ver são as fotos. Espero que não fiquem desiludidos, dei o meu melhor e penso ter conseguido tirar umas boas fotografias.

 

Claro que chegando a Chaves, o primeiro monumento que quis visitar foi a ponte romana denominada de Ponte de Trajano que localiza-se sobre o rio Tâmega, erguida entre fins do século I e o início do século II d.C.

Sobre a ponte encontram-se também duas colunas romanas com inscrições em latim.

 

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A vista sobre a ponte é deslumbrante.

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A fachada do Forte de São Francisco. Este forte destinava-se a defender a cidade, na fronteira da Galiza, à época da Guerra da Restauração.

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Torre de Menagem e o Castelo de Chaves que defendia a fronteira com a Galiza. Adorei!

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Igreja de Santa Maria Maior.

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Câmara Municipal de Chaves.

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Estas são apenas algumas fotos das que tirei e que não vou colocar todas, vou repartir em várias publicações futuras... o resto é privado, como é óbvio. Não deixem de visitar esta lindíssima cidade, não me canso de o dizer, nem tenho mais palavras para descrever tamanha beleza. Vão adorar com toda a certeza se necessitarem de repousar e relaxar um pouco no meio da natureza.

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Ficamos hospedados no Hotel Casino de Chaves, um local muito calmo e confortável, com um SPA maravilhoso.

Obrigado a todos os flavienses, passei ótimos momentos aí com vocês. Um grande abraço!

21
Mai18

De coração cheio

Sr. Solitário

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"Meu homem, cada um é como é, e ninguém tem nada a ver com isso, o importante é que tu estejas feliz. Se tu estás feliz, eu também estou feliz. Não deixas de ser meu filho por causa disso e eu amar-te-ei sempre tal como és".

 

Estas foram as palavras do meu pai quando soube da minha orientação sexual. Disse-o por telefone no dia do meu aniversário. O melhor presente que poderia receber dele. Estava num hipermercado e nesse momento esqueci-me completamente do que queria comprar. Andava pelos corredores sem nada ver tal era a minha ânsia de pular de alegria! Senti vontade de rir e de chorar ao mesmo tempo.

Sempre tive receio da reação do meu pai quando soubesse. Sempre escondi dele a minha verdadeira identidade. Nunca quis desiludi-lo, nunca quis quebrar o estereótipo do filho perfeito e desejado, do qual sempre teve um orgulho enorme. Envergonha-lo talvez perante a sua família... nós sabemos o quanto as pessoas podem magoar ao criticar certas "escolhas". Quando ele me perguntava onde estava a minha namorada, eu respondia-lhe sempre com palavras vagas, dizendo-lhe que "eu vou namorando".

 

Contei ao Dany, o meu namorado, e tocamo-nos ao de leve na mão. A minha vontade era abraça-lo e beija-lo ali no meio da multidão que observava as promoções, mas contive-me porque ainda tenho medo da reação das pessoas. Adoro quando posso aninhar o meu pescoço no ombro dele num abraço apertado. Nos braços dele sinto-me seguro, sinto-me leve, sinto que esperei toda a minha vida por ele.

 

Se isto não é a felicidade, creio que andarei lá muito perto.

 

 

14
Mai18

Sábado à noite

Sr. Solitário

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Já era noite quando ia a caminho de casa. O ar arrefeceu bastante, as estradas quase desertas eram fáceis de percorrer, as luzes publicas dançavam entre os vidros e o meu rosto sonolento. No conforto do carro, embalados ao som de Billy Currington e com as mãos entrelaçadas, fizemos a viagem com um misto de emoções. Por um lado, felizes pelo dia passado, por outro com uma leve tristeza pois seriam horas sem a companhia um do outro até ao dia seguinte. Que tolos que somos!

 

Ele leva a minha mão aos seus lábios e beija-me uma e outra vez. A sensação arrepia-me a pele e os pelos da nuca. Aproximo-me mais dele e deixo a sua barba arranhar o meu rosto.

O Billy Currington canta People Are Crazy no seu ritmo country e eu fecho os olhos apreciando o bom momento que a vida me proporcionou.

Ele diz-me:

"Tu es mon amour pour toujours" - tu és o meu amor para sempre.

 

Isto é amor, não é? Eu acho que sim!

 

09
Mai18

A destruição do nosso planeta

Sr. Solitário

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Ainda me lembro, e não foi assim há muito tempo, de passar pelas ruas em direção a Castelo de Paiva admirando a natureza no seu esplendor! Tudo era verde, as árvores carregadas de folhas viçosas, a brisa fresca com cheiro a eucalipto, os pássaros que cantavam escondidos na vegetação.

 

Este domingo, ao passar pela mesma rua, não a reconheci. Não existe verde, nem existem pássaros, não existe nada! Apenas um rasto de destruição composto por quilómetros de árvores retorcidas, queimadas, pretas. Não cheira a eucalipto, não cheira a coisa nenhuma.

 

O que estão a fazer ao nosso país? Estão a queimar o nosso planeta, a reduzi-lo a cinzas, transforma-lo numa mancha negra degradada... parem com isso! Já chega!

 

03
Mai18

Intolerância à lactose?

Sr. Solitário

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Prestes a fazer 32 anos, toda a minha vida bebi leite ao pequeno-almoço. Com chocolate ou café, e um pouco de açúcar, bem quente, faz as minhas delícias todas as manhãs, seja inverno ou verão.

Sempre ouço na televisão, e em conversa com alguns amigos, que o ser humano é o único mamífero que continua a beber leite já em idade adulta e que tal ato pode trazer consequências. Muitas das pessoas que conheço dizem já não beber leite e atestam que o alimento em questão não lhes faz falta. "Mas como é que é possível?" - penso eu.

 

Porém, vou ter que "dar a mão à palmatória" porque, sem perceber muito bem o que se passa comigo e com a minha saúde, vejo-me na obrigação de alterar esse hábito já muito enraizado em mim.

A verdade é que agora quando bebo leite fico com a barriga bastante inchada, com flatulência e prisão de ventre.

 

Já comprei bebida de soja e leite sem lactose para experimentar. Gosto dos dois, sendo que o leite sem lactose é o que mais se aproxima da sabor do original. Acreditam que os sintomas que referi desapareceram por completo?

Será isto uma intolerância à lactose? É possível que só após 32 anos da minha existência desenvolvi esta intolerância?

É provável que sim.

 

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