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Sr. Solitário

Aquilo que penso. Aquilo que sinto. Aquilo que sou.

Sr. Solitário

Aquilo que penso. Aquilo que sinto. Aquilo que sou.

08
Dez17

A moda do natal

Sr. Solitário

Ainda me lembro, e não foi assim há muito tempo, que quando chegava a época do natal já andava de olho nos pinheiros mais bonitos, mais frondosos, para se tornar na árvore de natal lá de casa. Após uma escolha exigente, lá ia a minha mãe pelo mato adentro, seguida por todos nós, de foice na mão para a cortar e levar para casa.

Depois de enterrada e bem segura num grande vaso de terra, começávamos a decora-la com todos os motivos natalícios que tínhamos e guardávamos ano após ano, de variadas cores e feitios. As luzes ficavam sempre para o fim, e quando as ligávamos, cantávamos as canções de natal que conhecíamos ao redor dela.

 

Nos dias que correm, as coisas não são bem assim, e acreditem que tenho muitas saudades da simplicidade de outrora. As árvores são pré-fabricadas, vendidas a preços que considero exorbitantes, onde é preciso muita paciência para as montar. As decorações de agora devem ter estilo e todos os anos diversificadas. Este ano a árvore terá tons de vermelho, para o ano de dourado, e para o ano a seguir será prateado...

As minhas decorações são sempre as mesmas mas, a árvore é de plástico, pois tive que me render às evidências.

 

A magia do natal já não é o que era, e mais não digo pois este assunto daria pano para mangas. O natal virou moda e isso entristece-me.

24
Ago16

Heidi

Sr. Solitário

Não posso dizer que a Heidi fez parte da minha infância, infelizmente não fez. Eu sou mais da era das Navegantes da Lua e as suas transformações, do Dartacão e da sua viagem até Paris onde conhece a Julieta, o amor da vida dele, do Dragon Ball e das bolas de cristal, do Pokemón e do Digimon.

 

A minha mãe sempre falou nuns desenhos animados que davam antigamente e que adorava ver, a Heidi e o Marco. Contava-nos algumas das suas aventuras, cantava as canções, e nós imaginávamos como seria essas personagens e as suas histórias através dos relatos dela.

 

Mais tarde, tinha eu os meus 20 anos, o meu tio emprestou-me uns DVD's onde podia ver todos os episódios da série de animação que a minha mãe tanto falava, a Heidi. Começamos por ver os primeiros episódios e nunca mais conseguimos parar de ver a série toda até ao fim, rindo com as suas travessuras com o Pedro e chorando com a sua partida para Frankfurt.

 

Vemos e revemos essa série vezes sem conta, marcou-nos tanto que nunca mais consegui devolver os DVD's ao meu tio. Agora são meus e não empresto a ninguém! É como uma relíquia.

Também vi a série completa do Marco claro está e a do Tom Sawyer! Adorei as duas de igual modo. Ainda hoje, quando me apetece, quando a nostalgia toma conta de mim, vejo essas séries que me fazem sentir tão bem.

Mas a Heidi será sempre especial.

 

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