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Sr. Solitário

Aquilo que penso. Aquilo que sinto. Aquilo que sou.

Sr. Solitário

Aquilo que penso. Aquilo que sinto. Aquilo que sou.

12
Jul18

Uma Aventura na Casa da Lagoa - Ana Maria Magalhães e Isabel Alçada

Sr. Solitário

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Sinopse

 

O pai da Glória, uma amiga das gémeas, comprou num leilão uma casa na Lagoa, casa que ainda não conhece. Um dia a Glória convida as gémeas e os amigos a passarem uns dias de férias na Casa da Lagoa. Quando chegam à Casa da Lagoa, perto de uma pequena aldeia, além da casa em mau estado, confrontam-se com uma mensagem aterradora numa das paredes: maldito seja quem pisar este chão... A partir daí todo o mistério se vai desenrolar: O Zé Cabeça anda a fugir da polícia por causa de um crime que não cometeu e uns quantos bandidos procuram de tesouros egípcios que julgam encontrar-se na Casa. E como aparece até uma múmia num dos anexos!!

 

Estes livros fazem parte da minha infância. Li-os quase todos nos intervalos das aulas e até mesmo quando tinha um furo. Ia para a biblioteca e passava lá horas a ler. O meu gosto pela leitura começou com estes livros.

Então, ao ler este livro, foi como se matasse saudades desse tempo e, por incrível que pareça, estas pequenas aventuras que as gémeas Teresa e Luísa e o Caracol, o João e o Faial, o Pedro e o Chico passam, ainda me surpreendem!

Aconselho a leitura principalmente aos vossos filhos se os tiverem, é uma boa forma de inicia-los também na aventura da leitura.

 

 

 

18
Mai17

Um novo ciclo

Sr. Solitário

Sou apologista da citação que nos diz que nada acontece por acaso na nossa vida. Acredito no destino, por mais voltas que tentemos dar, por muito que nos percamos nos atalhos, no fim acabamos sempre por voltar ao caminho que ele nos traçou, é inevitável.

A vida prega-nos rasteiras, é certo e sabido, em consequência disso muitas vezes caímos desamparados no chão, pedimos ajuda para nos levantar mas nenhuma mão se estende na nossa direção. Sentimo-nos perdidos, injustiçados, amargurados.

 

Também eu, tal como todos vocês, já passei por diversas situações que me abalaram e empurraram para um buraco negro do qual não se vê uma única luz. Então eu penso: já que bati no fundo, agora não me resta outra alternativa senão erguer-me, subindo degrau a degrau as escadas da minha vida, que me levarão de volta ao caminho de onde caí.

Para trás vou deixando alguma da bagagem que carrego: aqueles tecidos de memória mais pesados, aquele colar de pérolas negras que sufoca as angústias, os sapatos velhos que apertam as emoções, as recordações que me causam sofrimento.

 

Com uma mala mais leve e com uma alma mais limpa, subo os degraus mais rapidamente em direção ao meu objetivo: ser feliz! Quando chego de novo ao caminho, trago comigo um escudo de aço protetor, bem reluzente, é ele que me defenderá de novas ameaças. E, então, mais forte sigo o percurso que o meu destino traçou, com um sorriso num rosto vitorioso.

É um novo ciclo que começa e eu quero vivê-lo intensamente.

 

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